A subida homóloga dos preços no consumidor mantém-se bem acima do limite máximo de 2%, definido pelos bancos centrais. Em Portugal, a variação foi de 4,3%.
Num horizonte temporal de longo prazo, a questão fulcral para os mercados é saber se as pressões inflacionistas são temporárias, como a Fed acredita, ou se são permanentes, como muitos afirmam.