Este pedido surge na sequência da decisão do Tribunal Constitucional (TC), que invalidou a eleição dos atuais órgãos dirigentes do PAN, realizada no último congresso em dezembro de 2025.
O TC esclarece que não lhe compete “determinar a realização de novo Congresso, nem condenar o partido à prática de atos concretos”, considerando que cabe “aos órgãos partidários competentes extrair as devidas consequências da presente decisão e, por essa via, repor a legalidade”.
Em declarações aos jornalistas junto à praia de Carcavelos, Cascais, após um encontro com representantes da Associação SOS Quinta dos Ingleses, Inês de Sousa Real sublinhou que, mesmo com o Governo em gestão, os “problemas do país não desaparecem” e que o executivo “deveria negociar” para impedir esta greve, mas pediu bom senso aos trabalhadores da CP, frisando que o protesto “está a penalizar o lado errado”.
“Há 50 anos, o projeto democrático cimentou-se com as primeiras eleições livres. Neste ano em que somos chamados novamente às urnas, sabemos que os portugueses estão cansados da instabilidade política que tem deixado as suas vidas em suspenso”, disse Inês Sousa Real.
"Depois de ter arrastado o país para mais uma crise política, porque quis fugir ao escrutínio, Luís Montenegro foge agora ao debate com todos os partidos com assento parlamentar e esconde-se atrás de Nuno Melo, que já agora é Ministro da Defesa nacional e não da Defesa Pessoal", escreveu Inês Sousa Real na plataforma X.
Inês Sousa Real lembrou que há o risco de uma menor participação em função de "algum descrédito e por haver uma degradação da confiança da população nos órgãos de soberania"
A porta-voz do PAN aponta para a importância de reduzir a pegada carbónica e, por isso, quer que a Assembleia da República tenha, às segundas-feiras, exclusivamente refeições vegetarianas. Criticada pelo ministro José Manuel Fernandes, convida-o a experimentar francesinhas sem carne.
A porta-voz do partido apontou as "borlas fiscais" a empresas, a par das "isenções sobre os produtos petrolíferos", assim como os cortes em matéria de proteção ambiental e proteção animal.
Num comunicado enviado à agência Lusa, a porta-voz do PAN, Inês de Sousa Real, afirmou que o partido “não tem medo de dar a palavra ao povo português” e, por isso, “vai avançar com uma iniciativa para referendar o fim da tauromaquia pela via popular”.
O PAN foi o primeiro partido a ser recebido pelo Governo. Inês Sousa Real revelou que o Executivo avançou que a perspetiva para 2025 é que haja um superávit de 500 milhões de euros. "Há disponibilidade para o diálogo mas medidas não podem ficar apenas no papel", avisou.
Inês Sousa Real evidenciou alguma convergência na discussão de medidas para o Orçamento do Estado de 2025, mas admite que há também "divergências pontuais". Partido volta a reunir com Governo no mês de setembro.
Para a líder do Partido Pessoas-Animais-Natureza, que falava em Sines, no distrito de Setúbal, a decisão de “cortar nas disciplinas ou na carga horária vai traduzir-se necessariamente num corte dos professores”.
“E o PAN vai estar nessa linha da frente. Confiamos que no dia 09 de junho os portugueses confiam o seu voto no PAN, para podermos dar a nossa voz e garantirmos que desbloqueamos [a lei do restauro] no Conselho Europeu”, sublinhou Pedro Fidalgo Marques, que, acompanhado pela líder do partido, Inês de Sousa Real, assinalou o Dia Mundial do Ambiente com uma visita ao moinho de Maré da Mourisca, no estuário do Sado, em Setúbal.
“Esperava mais. Não podemos cuidar da saúde com paliativos. Precisamos de ter, efetivamente, uma intervenção de maior valorização das carreiras e o plano apresentado por Luís Montenegro continua a não ter a valorização das carreiras dos médicos e dos enfermeiros para não continuarmos a ter uma postura por parte do Governo, neste caso do Governo de Luís Montenegro, que deixa apenas para os privados as soluções dos problemas de saúde do nosso país”, afirmou Inês Sousa Real.
Líder do PAN congratulou-se pela aprovação de uma resolução para incluir o direito ao aborto na Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia e lembrou que o partido apresentou iniciativa semelhante na última revisão constitucional, que foi interrompida. Deputada criticou ainda retrocessos que começam a sentir-se em Portugal neste domínio.
Inês Sousa Real critica a falta de foco em temáticas como a economia verde e proteção ambiental. Alerta para a "visão conservadora" do documento no que respeita a políticas de natalidade.
A reunião entre as comitivas do BE e do PAN foi a primeira da ronda pedida pelos bloquistas a todos os partidos de esquerda e ecologistas na sequência das eleições legislativas de 10 de março, tendo ao final de uma hora de encontro falado aos jornalistas Mariana Mortágua, pelo BE, seguida de Inês de Sousa Real, do PAN.
“Não sabemos quem é que estará em condições de formar Governo”, afirma Inês Sousa Real acrescentando que há que "aguardar para perceber qual a formação governativa que vai sair”.
"Marcelo Rebelo de Sousa tem levado o país para ciclos eleitorais, não podemos brincar com a vida das pessoas", criticou Inês Sousa Real na noite eleitoral.
“Luís Montenegro optou por dar a mão a um conservadorismo e fazer uma campanha digna dos tempos de 1970, ao invés de estar no século XXI a acompanhar aquele que é o progresso civilizacional e as preocupações como as que o PAN defende como o respeito pela vida animal ou o combate às alterações climáticas”, afirmou Inês Sousa Real.