Além da macroeconomia, o desempenho das bolsas foi também afetado pelo clima político e social, fatores setoriais, políticas monetárias e a exposição dos índices às economias locais, de acordo com os especialistas consultados pelo Jornal Económico.
As principais praças europeias negoceiam em terreno misto, com o índice alemão DAX a ser o único a registar perdas. Já o francês, espanhol e inglês apresentam ganhos a meio da sessão desta sexta-feira.
Greenvolt lidera os ganhos ao subir mais de 2%. A EDP venceu a corrida à EDP Brasil mas a satisfação não se sente no mercado, com a cotada a registar ganhos muito ligeiros na abertura da sessão.
A praça portuguesa continua a negociar no 'verde', depois de um arranque de semana positivo. A impulsionar os ganhos do PSI está a Mota-Engil, que anunciou um novo negócio de 840 milhões de euros na Nigéria para o fornecimento de material circulante ferroviário.
Os ganhos superiores a 1% da Jerónimo Martins estão a fazer com que a Bolsa de Lisboa não afunde tanto quanto as suas congéneres europeias. Greenvolt lidera perdas portuguesas.
Existem quatro cotadas nacionais a negociar acima de 1%, com a Ibersol na liderança. A Bolsa de Lisboa mantém o rumo no 'verde', à semelhança das suas congéneres europeias.
O banco de Miguel Maya cai mais de 2,5% na abertura das negociações da semana. Depois de perdas consecutivas na semana passada, o BCP não vê sinais de melhorias e continua a perder terreno.
A Bolsa de Lisboa é o índice europeu que mais recua na abertura, estando a perder 0,74%. A Galp e a Jerónimo Martins pressionam as negociações ao perder mais de 1%.
As praças europeias deram uma volta de 180 graus e regressaram ao 'verde', depois de uma semana com as negociações em queda. A empresa liderada por António Rios de Amorim sobe 2,20% no PSI e dá algum alento aos ganhos nacionais.
O PSI abriu em queda em linha com a Europa e segue com perdas. Apenas dois títulos estão em terreno positivo. Um deles é a Altri que esta quarta-feira entrega 16,64% do capital da Greenvolt aos acionistas.