Como o desembarque de “gente sem maneiras, de estranho linguajar e grandes apêndices nasais” rapidamente deu lugar a trocas comerciais e relações diplomáticas?
Eis o segundo volume de crónicas de Vitorino Nemésio, naquela que é a recuperação da obra completa do açoriano, empreendida pela Companhia das Ilhas e Imprensa Nacional-Casa da Moeda.
Além da Águas de Portugal, também a Imprensa Nacional Casa da Moeda e a NAV Portugal participaram no esforço de melhoria do rácio da dívida feito por Fernando Medina no ano passado.