Trata-se de um índice que mede os preços das despesas de consumo pessoal e que é considerado importante pela Fed para definir a política monetária. Nesse sentido, os dados dão força à ideia de que um corte nas taxas de juro de referência pode estar mais próximo.
O responsável sublinhou a importância de fazer baixar os níveis da dívida entre os países europeus no próximo ano, de forma a evitar uma contração das economias.
Os mais importantes índices viveram um dia de ganhos, a beneficiar dos sinais de abrandamendo da economia, que podem levar a Fed a recuar na política económica.
Em janeiro, o número de reclamações subiu e ultrapassou as 3.700, em face do fim do IVA zero. No ano passado, foram apresentadas quase 40 mil, mais 12,3% do que em 2022.
Os responsáveis da Reserva Federal (Fed) norte-americana consideraram, no mês passado, que as pressões inflacionistas estavam a abrandar e o mercado de trabalho a arrefecer, optando por manter as taxas de juro inalteradas, segundo as atas da reunião.
As medidas para mitigar o efeito da crise energética e inflacionista custaram ao Estado 2,661 mil milhões de euros até novembro, de acordo com a síntese de execução orçamental divulgada hoje.
A subida homóloga dos preços no consumidor mantém-se bem acima do limite máximo de 2%, definido pelos bancos centrais. Em Portugal, a variação foi de 4,3%.
O país deve manter o rigor orçamental, contudo, havendo mais receita fiscal, o Governo deve tomar medidas para combater as desigualdades, nomeadamente no acesso à habitação.