Em Portugal ainda há quem proponha a redução da idade da reforma, o Chega. É um imposto sobre as novas gerações em formação, sob a capa de uma benesse aos votantes, cada vez mais velhos. É uma fraude.
A Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) defende que o debate sobre o aumento da idade legal de acesso à reforma deve ir além da sustentabilidade financeira da Segurança Social e incorporar, com base científica, as condições reais em que as pessoas vivem e trabalham.
Em troca de aumentos salariais, o parlamento dinamarquês decidiu acabar com pensões vitalícias dos titulares de cargos políticos. Mas mudança só se conclui em 2090.
A medida abre porta para aqueles que desejam continuar a trabalhar depois de atingirem a idade legal da reforma, referiu o jornal oficial do Partido Comunista.
O Governo vai ignorar os dados revistos da esperança média de vida aos 65 anos e garante que a idade da reforma em 2024 será mesmo de 66 anos e quatro meses, indica fonte do Ministério do Trabalho ao Jornal Económico.
Censos levaram INE a rever o valor da esperança média de vida aos 65 anos, o que tem impacto na idade da reforma e na penalização aplicada às pensões antecipadas. Idade de acesso à pensão deverá ser, afinal, de 66 anos e seis meses.