O lucro operacional bruto (EBITDA) atingiu 4.643 milhões de euros, uma queda de 20,7% em relação ao ano anterior, enquanto as vendas aumentaram 1,5%, para 12.864,7 milhões.
"Esta parceria com a Iberdrola reforça a nossa missão de possibilitar um estilo de vida mais sustentável para muitos, enquanto ajudamos as famílias portuguesas a pouparem na fatura da eletricidade", disse a sustainability manager na IKEA Portugal, Ana Barbosa.
A distinção visa reconhecer a originalidade e qualidade das infraestruturas hidráulicas, que podem ter fins simples ou múltiplos, para o aproveitamento ou controlo dos recursos hídricos. O projeto resulta de um investimento de 1,5 milhões de euros.
Os novos acordos incluem um acordo de compra de energia (PPA) para Portugal, que vai ter origem no complexo eólico do Tâmega, e vai contar com 219MW, tornando-se o maior parque eólico em Portugal. A sua construção está prevista para este ano.
A empresa espanhola manteve a primeira posição de acordos de compra de energia (Power Purchase Agreement ou PPA) em 2024, ao anunciar contratos que totalizam 1.251 MW em 15 acordos, segundo a consultora Pexapark.
Depois ser a principal vencedora do concurso do Fundo Ambiental português para promover o armazenamento de energias renováveis e reduzir a dependência de fontes de energia fósseis, a empresa espanhola vai beneficiar de uma dotação de quase 20 milhões de euros.
A empresa tem como objetivo superar os 4.000 milhões de euros de investimento em ações de Investigação & Desenvolvimento (I&D) até 2030. Desta forma, estará a duplicar o investimento nesta área até ao final da década.
Este é o resultado de uma parceria com a Coolbelha, de João Polido, um apicultor da região, que uniu o seu know-how à equipa da Iberdrola e que, conjuntamente, identificaram os locais mais adequados para a instalação das colmeias.
O valor está atualmente nos 84 mil milhões, mas o gigante espanhol tem um potencial de crescimento superior aos 8%. É essa, pelo menos, a aposta de cinco analistas do mercado.
A energética espanhola procura financiar-se através da emissão de dívida em vários modelos, assim como conta ainda com empréstimos do BEI e do Banco Mundial. Ao todo, aponta ao objetivo dos 22 mil milhões entre 2024 e 2025.
O projeto começou a ser desenvolvido em 2012 e entrou em plena operação em 2024, após três anos de construção. É composto por 62 turbinas, de 8 MW cada, as mais potentes instaladas em França até o momento.
Quando concluído, projetos vão ter a capacidade de fornecer um milhão de famílias americanas. As empresas que vencerem o leilão vão ter de investir entre 13,5 mil milhões e 15 mil milhões para construir os três gigas.
O leilão tinha como objetivo apoiar projetos que fossem capazes de gerar quase 10 GW de capacidade, com a maior parte a ter proveniência eólica e solar offshore.