A nível trimestral, o segundo trimestre da empresa também não foi muito positivo, uma vez que tanto as vendas como o lucro operacional registaram uma descida. Entre março e maio H&M apresentou um total de 5,1 mil milhões de euros, o que representa uma diminuição de 5% face ao trimestre homólogo.
Empresas como a Aldi, Amazon, Carrefour, eBay, H&M e Ikea queixaram-se a Maria Luís Albuquerque que a Visa e a Mastercard, está a aumentar as taxas "sem qualquer desafio competitivo ou escrutínio regulatório".
Já o lucro operacional da marca sueca desceu homologamente de 2,077 mil milhões de coroas suecas para 1,203 mil milhões de coroas suecas (110,90 milhões de euros). Segundo a empresa, esta descida do lucro foi atribuída a “fatores externos, maiores descontos e investimentos na oferta ao cliente”.
Grupo têxtil sueco vive dias difíceis em Espanha. Com o fecho de lojas, os sindicatos conseguiram melhor as condições dos quase 500 trabalhadores que serão dispensados.
A empresa sueca apresentou um lucro operacional no terceiro trimestre de 3,51 mil milhões de coroas suecas (310,4 milhões de euros), o que representa uma queda face ao período homólogo, onde chegou aos 4,74 mil milhões de coroas suecas (419,2 milhões de euros).
O volume de negócios da dona da Zara - entre variadas outras marcas - não conseguiu acompanhar o crescimento de dois dígitos e ficou-se ‘’apenas’ por um aumento de 7,1% no primeiro trimestre do exercício.
Em números, o resultado líquido do grupo sueco disparou 123% entre dezembro de 2023 e fevereiro deste ano, somando 1.209 milhões de coroas (105 milhões de euros). No ano anterior, o saldo tinha sido de 541 milhões de coroas (47 milhões de euros).
Ajuste levará ao despedimento de quase 600 trabalhadores, naquele que é o maior ajustamento que o grupo sueco prevê fazer este ano em todos os mercados em que opera.
As ações da empresa sueca caíram 8% desde que Helena Helmersson decidiu sair da H&M, afirmando que tem sido uma função “muito exigente” e que não tem energia para continuar.
Dados recentes da Coresight indicam que a empresa chinesa de fast-fashion, que atua apenas online, gerou receitas globais de 23 mil milhões de dólares no ano passado.
A marca sueca fechou as lojas naquele país no início da guerra com a Rússia. Ainda este ano vai retomar a atividade e quer participar em programas de "ajuda e reconstrução" em território ucraniano.
A marca de roupa sueca levou a Shein a tribunal e mostrou, através de fotografias, as semelhanças entre os artigos comercializados pela H&M e aqueles que estão disponíveis no site da marca chinesa low cost. Situação não é nova e até envolveu uma designer portuguesa em 2021.
A investigação, da responsabilidade da organização “Changing Markets Foundation”, com sede nos Países Baixos, indica que várias cadeias internacionais “deitam fora roupas que prometeram salvar”. E trata-se de roupa, diz a organização, em perfeitas condições.
A empresa sueca vê um "potencial considerável" no país da América do Sul, num momento em que procura continuar a expandir-se no continente sul-americano.