"Fragmentos de um dos drones caíram no parque industrial de Salavata, provocando um incêndio", divulgou nas redes sociais o governador da Bashkiria, Radi Khabirov.
Em declarações aos jornalistas após uma visita a uma escola em Viana do Alentejo, em Évora, Paulo Raimundo reagiu ao facto de Luís Montenegro ter, esta segunda-feira, saudado o plano de Donald Trump para a Faixa de Gaza, considerando que “pode ser o ponto de partida para uma paz justa e duradoura”.
“Eu creio que aquilo que se está a perspetivar é uma solução que foi bem pensada”, disse Luís Montenegro, à entrada para uma reunião informal do Conselho Europeu, em Copenhaga, capital da Dinamarca.
“A Rússia é acusada de quase planear e atacar os países da NATO e da União Europeia. O Presidente Vladimir Putin tem refutado” tais acusações, declarou hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros, intervindo no debate geral da 80.ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque.
"Estamos a trabalhar para expandir a nossa produção de defesa e iniciar exportações controladas de armas ucranianas, um outro acordo foi alcançado sobre isso e já estamos a trabalhar com quatro países para abrir plataformas de exportação", escreveu o líder ucraniano nas redes sociais, numa mensagem de balanço da participação na 80.ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque.
“Posso confirmar que tivemos um incidente por volta das 20:15 [19:15 em Lisboa] que durou várias horas. Um ou dois drones foram observados no exterior e acima da base aérea” de Karup, disse um porta-voz da polícia.
Numa intervenção na 5.ª Cimeira da Plataforma Internacional da Crimeia, organizada pela Ucrânia, na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), Marcelo Rebelo de Sousa apelou à libertação imediata dos civis detidos ilegalmente e crianças raptadas pela Rússia.
Numa intervenção no debate geral da 80.ª sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas, que hoje prossegue em Nova Iorque, Masoud Pezeshkian falou pela primeira vez num fórum internacional desde a guerra de 12 dias entre Israel e o Irão, em junho, que resultou “no assassínio de vários dos mais altos responsáveis políticos e militares” do regime de Teerão, segundo as palavras do chefe de Estado iraniano, entre as mais de 1.000 mortes registadas.
No total, o executivo comunitário europeu já disponibilizou este ano 220 milhões de euros para o enclave palestiniano da Faixa de Gaza e para a Cisjordânia, e que desde 2023 apoiou os territórios da Palestina em mais de 550 milhões de euros, segundo um comunicado.
Nas suas intervenções, o chefe de Estado tem defendido o multilateralismo e manifestado apoio às prioridades de António Guterres como secretário-geral desta organização fundada em 1945 e à qual Portugal aderiu em 1955.
A deslocação, a primeira de membros da câmara baixa norte-americana à China desde 2019, ocorre num momento de crescentes tensões bilaterais sobre comércio, tecnologia e conflitos internacionais.
"Estas medidas não são contra a população israelita. O seu propósito é demonstrar que a UE não pode aceitar as ações do Governo israelita em Gaza e na Cisjordânia, que ultrapassaram em muito o direito à autodefesa", escreveu António Costa nas redes sociais.
Em declarações aos meios de comunicação, num ato que contou com a presença de Roberta Metsola, presidente do Parlamento Europeu, Volodymyr Zelensky estimou em 120.000 milhões de dólares (101.000 milhões de euros) o custo anual da guerra, metade dos quais suportados pelo orçamento ucraniano.
Num tom muito duro, os mais de 50 chefes de Estado e altos funcionários de países árabes que compareceram à reunião convocada pelo Qatar, pela Liga Árabe e pela Organização para a Cooperação Islâmica (OCI), descreveram uma situação de tensão, indignação e medo diante de um Israel sem limites, o que exige "uma resposta clara, decisiva e dissuasiva".
“Israel invadiu Gaza a 07 de outubro [de 2023], ou foi o Estado terrorista Hamas que invadiu Israel e cometeu o pior massacre de judeus desde o Holocausto?”, questionou Gideon Saar, numa mensagem publicada nas redes sociais.
"Neste momento está concluído o processo de audição dos grupos parlamentares na Assembleia da República. Terei ainda que falar mais uma vez, eu e o senhor primeiro-ministro, com o senhor Presidente da República", afirmou hoje, após um encontro com a homóloga britânica, Yvette Cooper.
"Israel rejeita categoricamente a decisão da Assembleia-geral da ONU", reagiu o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel, Oren Marmorstein, na rede social X, na qual criticou uma "decisão vergonhosa" que mostra uma organização transformada num” circo político alheio à realidade".
Em conferência de imprensa, no quartel-general da NATO, em Bruxelas, o secretário-geral da Aliança Atlântica, Mark Rutte, anunciou o reforço da presença militar para "fortalecer ainda mais a postura" defesa naquele flanco que faz fronteira com a Rússia.
Através de um comunicado, a organização não-governamental (ONG) instou Israel a permitir a importação em grande escala de equipamento que permita fornecer e distribuir água e sublinhou que o exército israelita “deve parar a destruição das infraestruturas de água e permitir a reparação imediata dos sistemas de água que foram danificados”.
“Apelo para que substitua a fraqueza pela ação, o apaziguamento pela vontade, e que o faça antes de uma data clara: o novo ano judaico, 23 de setembro de 2025”, escreveu Netanyahu.