Impacto da guerra no Irão também se faz sentir no mercado das empresas do retalho de luxo. As ações da Hermès a abriram a sessão a cair 14%, levando para o 'vermelho' o restante setor com a Louis Vuitton e a Richemont a descerem ambas 2% e a Christian Dior a depreciar 2,5%.
Além dos números operacionais, a Kering demonstrou um controlo rigoroso da sua estrutura financeira, reduzindo a dívida líquida em 2,5 mil milhões de euros após a alienação estratégica da sua divisão de beleza. Kering dispara na Bolsa após resultados da Gucci superarem expectativas
O setor destacou-se entre os que mais subiram nos principais índices europeus e o BCP seguiu pelo mesmo caminho, de tal forma que liderou os ganhos no PSI. Lá fora, o CEO da Renault deve mudar-se para Kering, pelo que esta última disparou 11% e o grupo automóvel caiu 8%.
Luca de Meo vai deixar a posição de CEO da Renault em julho e deverá juntar-se à Kering, que detém a marca Gucci. Os investidores estão a reagir em força, de tal forma que o grupo está a valorizar de forma expressiva, fruto da capacidade já demonstrada pelo próprio para erguer marcas em dificuldades.
A Kering detém a marca Gucci e registou uma queda de 20% ao nível das vendas na região da Ásia-Pacífico. Os números estão a marcar o dia no segmento do luxo, já que arrastam consigo a principal rival, por exemplo.
Os ativistas tentaram partir a montra da Gucci, na Avenida da Liberdade, mas sem sucesso. Dois dos suspeitos foram perseguidos por populares e foram levados para a esquadra da PSP.