As potências globais reconhecem que, para construir um modelo de governança da Internet estável, empresas de tecnologia, reguladores e polícias nacionais, governos, e a própria ONU têm de colaborar. É um mundo de parcerias público-privadas que começa a abrir-se.
A internet pode ser uma ferramenta para consolidar o Estado de Direito e a economia de mercado, como pode fraturar o sistema internacional e acelerar a corrosão interna das nossas sociedades.