O fenómeno implica uma perda de receitas para 29% das empresas, aumenta os custos financeiros em 34% dos casos e limita a capacidade de expansão da atividade.
Muitas instituições financeiras mantêm estruturas hierárquicas pesadas e processos conservadores, o que dificulta a experimentação rápida e a integração de novas tecnologias nos fluxos críticos de negócio.
A pergunta a que temos de responder já não é se o sistema funciona quando tudo corre mal. É se estamos dispostos a organizá-lo para que não seja preciso tudo correr mal para funcionar.
Ao abraçar o DORA como uma oportunidade para fortalecer a resiliência operacional, as instituições financeiras não apenas cumprem os requisitos regulatórios, mas também estabelecem uma base sólida para o futuro digital do setor financeiro.
É necessário, também, que as empresas sejam rápidas, muito rápidas, sobretudo quando falham pelo caminho. Que iterem, que evoluam. E que se divirtam durante o processo.
Possuir um negócio não é algo que se encerra em si mesmo, é necessário entendê-lo e avaliá-lo regularmente, tendo por base o seu contexto histórico, presente e futuro.
Existe a oportunidade de estabelecer um espaço de diálogo e parceria potenciado por uma linguagem comum, na implementação de estratégias de cibersegurança e de estratégias ESG, a da gestão do risco.
Da Colômbia à Finlândia, há governos locais cujos projetos vingaram na sequência da utilização de estratégias de ‘venture capital’ na gestão do risco e no estímulo à inovação.
A construção de organizações resilientes com um apetite de risco bem definido, e capacidade de resposta ágil aos riscos incorridos, é fulcral para a construção de uma base de criação de valor sustentável de longo prazo.