A petrolífera brasileira mostrou interesse na aquisição de uma parte do projeto de exploração, no entanto não aceita menos de 40%, uma vez que considera que "operar com menos de 40% não é viável".
Executivo de Estocolmo cria grupo de crise, mas rejeita resgate. Depois de receber investimento de 18 mil milhões de euros, e com uma dívida acima dos 11 mil milhões, a parceira da Galp para a refinaria de lítio está com falta de dinheiro e está em negociações com os seus credores.
A Northvolt faz parte do consórcio responsável pelo projeto da refinaria de Setúbal e passa por sérias dificuldades, tendo anunciado que vai despedir 1.600 pessoas em três fábricas na Suécia.
O sentimento foi positivo entre as principais bolsas europeias e o PSI não fugiu à regra. Os mercados aguardam a decisão da Fed sobre os juros de referência, que vai ser conhecida na quarta-feira.
A promotora sueca faz parte do consórcio responsável pelo projeto de refinaria de Setúbal e anunciou um programa de corte de custos perante dificuldades em cumprir vários dos seus objetivos.
Larga maioria das cotadas nacionais negoceia em queda na primeira da sessão da semana. Em contracorrente encontram-se apenas a Mota-Engil, a Altri, a Jerónimo Martins e a NOS.
Unidade industrial do consórcio da Galp/Northvolt prevê a criação de mais de 350 postos de trabalho diretos e entrada em operação em abril de 2028. Maior refinaria da Europa prevê o uso de lítio português.
As ações da construtora registaram a terceira sessão seguida com descidas agressivas, a encerrar a semana. BCP e Galp também se destacaram entre as quedas, ao passo que as cotadas do grupo EDP seguiram o caminho contrário.
A Mota-Engil é a cotada que mais pesa no índice de referência nacional, perdendo acima de 3%. No espectro oposto, o Grupo EDP consegue segurar o PSI no verde.
As ações do banco recuaram depois de cinco dias de ganhos, mas foi mesmo a Galp que liderou as descidas do PSI, num dia que ficou marcado pelas quedas verificadas no mercado petrolífero.
A energética liderou as perdas no PSI, com as ações a terminarem as negociações pouco acima dos 18 euros. De resto, o dia foi 'vermelho' nos principais índices do continente europeu.
Recuo da Galp em Lisboa pode dever-se a dois fatores: aumento do preço da eletricidade e gás para as famílias portuguesas ou entrada da Exxon Mobil na exploração de gás natural em Moçambique.
“A Galp vai proceder a 01 de outubro a uma atualização dos preços de eletricidade e de gás natural com subidas médias de 9% e 16%, respetivamente, na fatura mensal para as potências contratadas e escalões mais representativos”, avançou fonte da Galp, em resposta à Lusa.
Paula Amorim, presidente do Conselho de Administração da Galp, Cláudia Azevedo, CEO da Sonae, e Mafalda Duarte, diretora Executiva do Fundo Verde para o Clima voltam a encontrar-se nos lugares cimeiros do ranking de 2024 da Forbes Portugal.
O PSI registou uma descida a encerrar a sessão desta terça-feira, a acompanhar a tendência que se fez sentir nos mercados europeus. A Mota-Engil perdeu mais do que qualquer outra cotada do índice, perto de 1,5%.
A Galp chegou a acordo com a petrolífera dos Emirados Árabes Unidos ADNOC para a venda da sua posição no consórcio que pesquisa gás natural na bacia de Rovuma, em Moçambique, por 586 milhões de euros.
Indica a Galp ao mercado que o acordo de compra e venda inclui acesso a fornecimentos limitados, sem indicar o números, a partir de 2027 e até que o novo terminal esteja concluído.
Designado de “Second Life Batteries”, o projeto tem como objetivo “reduzir as emissões associadas ao ciclo das baterias de veículos elétricos, prolongando a sua vida útil”, refere a empresa portuguesa em comunicado.