A LAAF – Lisbon Art & Antiques Fair decorre de 9 a 17 de maio, na Cordoaria Nacional, e propõe uma viagem por séculos de história, da Antiguidade Clássica à contemporaneidade.
De 29 de maio a 1 de junho, mais de 80 galerias de 17 países levam à Cordoaria Nacional artistas de renome e emergentes, a par de múltiplas iniciativas paralelas que têm a arte contemporânea como denominador comum.
A feira de arte contemporânea ARCOmadrid 2025 arranca hoje com 180 galerias de todo o mundo, incluindo 15 portuguesas, e será palco da apresentação do MACAM - Museu de Arte Contemporânea Armando Martins, que inaugura este mês, em Lisboa.
Entre 25 e 28 de maio, a capital portuguesa será ponto de encontro para todos os que se interessam por arte contemporânea. Exposições, prémios e ‘talks’ integram a programação paralela.
Se o "amanhã" do artista Fábio Colaço traz crítica social com ironia e fino humor, o seu 'show que não pode continuar' alerta para os venenos do vil metal, desde a Antiguidade até aos dias de hoje. Duas exposições para ver em abril.
As galerias internacionais têm a capital portuguesa e a ARCOlisboa no seu radar. À 6ª edição, a feira afirma-se como um epicentro da arte contemporânea e do seu mercado.
O que acontece quando se juntam vontades para pôr o fotojornalismo português no radar do público, de colecionadores particulares e instituições? Acontece uma exposição, “Edição Limitada”, que exibe os trabalhos de 66 fotojornalistas e ambiciona ser uma mostra anual.
Os projetos do “artista-arquiteto” franco-português, como o próprio se define, são marcados pelo questionamento do papel político da criação e da nossa posição enquanto sujeitos e cidadãos. O MAAT, em Lisboa, dedica-lhe uma retrospetiva que Faustino vê mais como um exercício prospetivo.