A gestora fez apenas uma breve pausa na sua carreira da Accenture, para depois regressar à consultora e trilhar o caminho de liderança. Manuela Vaz Soares ocupa o segundo lugar da categoria Serviços da revista Forbes Portugal.
Cristina Rodrigues iniciou-se em banca, mas foi um desafio distinto que a fez abraçar a consultora Capgemini. Soma 25 anos de casa e já foi a única mulher CFO e CEO sentada às mesas de reuniões da empresa.
Rosália Teixeira detém 65% do capital do grupo Porto Editora, podendo ser considerada 'a dona', mesmo com os seus três filhos à frente dos negócios. Apesar da avançada idade (já tem 91 anos), continuará a frequentar o seu escritório e a ter reuniões com os seus autores.
Isabel Capeloa Gil tem um currículo de fazer inveja a qualquer um e ainda mais quando analisadas as suas crenças para a Educação. A Forbes Portugal distingue a reitora da Universidade Católica Portuguesa nesse mesmo ranking.
Elvira Fortunato é considerada a 'mãe' do transístor de papel e ainda deu uma perninha no último Governo de António Costa. Quem é uma das cientistas portuguesas com mais prémios?
Irene Fonseca recebeu o grau de Grande Oficial da Ordem Militar de Sant'Iago de Espada em 1997 e, no ano seguinte, começou a liderar o Centro de Análise Não Linear em Carnegie Mellon.
Paula Amorim regressa ao pódio das mulheres mais poderosas dos negócios em Portugal. Filha de Américo e Fernanda Amorim é das mais ricas em Portugal e possui um império empresarial de fazer inveja.
Vera Pinto Pereira tem um vasto caminho no mundo do trabalho, mas foi na energia que encontrou rumo. Entrou na EDP como presidente do conselho de administração executivo e desde então tem várias funções dentro do grupo energético.
Paula Pereira da Silva gere um portfólio combinado de mil milhões de dólares das três empresas da Galp no Brasil. Começou a sua carreira na Galp e foi subindo entre cargos.
Ana Paula Marques entrou no mundo empresarial pela P&G e desde então que não parou. Fez telecomunicações, foi professora e agora dedica-se à energia verde.
Cláudia Azevedo foi apelidada como sendo a mais parecida com o pai e fez com que essa garra dos negócios ficasse bem visível ao longo dos anos. Lidera a lista das poderosas na categoria de Moda, Distribuição e Retalho.
Beatriz Vila Nova Carneiro ajudou a criar a Salsa, hoje detida a 100% pela Sonae, e refundou, em conjunto com o irmão e marido, a portuguesa Tiffosi. A compra da Cofemel aconteceu em 2008 e desde então criaram a Vilanova, lojas de moda em homenagem à família.
Patrícia Bensaude é herdeira e gestora de um imenso património de atravessa várias áreas de negócio. Entre os mais conhecidos estão o turismo e hotelaria com o Parque e Hotel Terra Nostra e na distribuição a insígnia INSCO, que levou a Sonae para o Atlântico.
Licenciada em Matemáticas Aplicadas e com percurso em Informática, Filipa Queiroz Pereira teve de agarrar nos negócios de família aquando do morte do pai, em 2018. Desde então que é administradora do Ritz, sendo que antes já estava no conselho de administração da Semapa e da Sodim.
Ermelinda Freitas queria um futuro melhor para a filha, Leonor Freitas, e mandou-a estudar. No entanto, a morte inesperada do pai levou-a de volta às raízes. Hoje, Leonor Freitas é uma das mulheres portuguesas que mais se destaca no setor vinícola e fez crescer a Casa Ermelinda Freitas, que a própria deu nome em homenagem à mãe.
A poderosa ocupa atualmente uma posição de renome numa empresa que não é desconhecida do grande público: é vice-presidente da área de vendas para a Europa da Sony Interactive Entertainment, uma posição que aporta a supervisão da saída das Playstation para os mercados.