As finanças sustentáveis não são uma opção estratégica. São a nova base da competitividade. E Portugal não está atrasado: está numa posição privilegiada para liderar.
Formação intensiva e presencial é em novembro. Ana Lagoa, COO do Center for Sustainable Finance da Católica-Lisbon, diz ao JE que há uma "necessidade urgente" de capacitação técnica e financeira das PME. Formação é o "primeiro passo" para transformar a sustentabilidade de conceito em prática de gestão, adianta.
No mês do consumidor, falar de investimentos, sobretudo de investimentos sustentáveis, é imperativo! O consumidor tem direito a uma informação clara, completa e transparente antes de investias as suas poupanças.
O dean é professor de Finanças na instituição e consultor no BEI e no BERD nas áreas de inovação financeira, avaliação de projetos de investimento e finanças sustentáveis. Sucede a Rui Soucasaux Sousa na liderança da business school.
A consultora na área da gestão e financiamento sustentável, liderada por Sofia Santos, aposta na formação para capacitar os colaboradores das organizações e empresas.
Ana Jantarada, responsável pelo Centro de Sustentabilidade do BNP Paribas em Portugal, explica ao JE a importância da nova Diretiva CSRD para construir o caminho da sustentabilidade e o papel das empresas neste processo. Prevê-se que a CSRD passe a abranger um conjunto de 50.000 empresas europeias e não europeias.
A forma como o sector financeiro já integra as mudanças climáticas nas suas decisões de risco vai ser o mote da conversa com a especialista Nina Seega.
Em entrevista ao podcast do JE, Nick Bridge, chefe da diplomacia climática do Reino Unido perspectiva um caminho rumo à sustentabilidade do qual já não há retorno e em que todos os protagonistas, dos políticos à sociedade civil, são bem-vindos.
Uma questão fundamental para as finanças sustentáveis é saber se os investidores que “fazem bem, fazem melhor”, ou seja, se os investidores com preocupações ESG tem melhores rentabilidades financeiras.