Apesar das retóricas e iniciativas, a atracção do talento em Portugal e, consequentemente, a competitividade da economia, esbarram na cultura de favoritismo e opacidade que caracteriza o País.
Faltam políticos de qualidade em Portugal, e na Europa também, que possam ter a visão estratégica e o golpe de asa para conseguirem guindar o país a um patamar de abundância, de respeito cívico, de desenvolvimento.