Num mundo cada vez mais rápido e com grandes evoluções, as empresas procuram líderes que sejam capazes de gerir e acompanhar esta mudança. É aqui que a formação desempenha um papel importante.
Esta sexta-feira está nas bancas de todo o país o Special Report sobre Banca e o Futuro do Dinheiro do Jornal Económico. Leia tudo na plataforma JE Leitor. Aproveite as nossas ofertas para assinar o JE e apoie o jornalismo independente.
O antigo ministro da Economia, professor e vice-presidente da Escola de Economia e Gestão, vai liderar a UMinhoExec que quer crescer e afirmar-se no competitivo mercado da formação avançada. Tal como o JE avançou em primeira mão, a Escola tem em curso um investimento de nove milhões de euros no centro de Braga para onde se mudará visando atingir esse desiderato.
Webinar gratuito a realizar na próxima sexta-feira, 8, antecede o lançamento da Pós-Graduação em Artificial Intelligence for Executives, que tem início em outubro.
Parceria estratégica entre o grupo de investimento e a instituição universitária materializa-se no ‘NYU - Emerald Leadership Program’, uma certificação inovadora para líderes que vai decorrer no início de outubro, na NYU’s School of Professional Studies. As candidaturas estão abertas até ao dia 31 de agosto.
Programa promovido em parceria O Mercado de Transação de Eletricidade e os Power Purchase Agreements (PPA) inicia-se em janeiro de 2026, e visa dar resposta a uma mudança no sector, impulsionada pelos Power Purchase Agreements. Os contratos PPA permitem às empresas fixar preços e garantir energia renovável a longo prazo.
José Crespo de Carvalho, presidente Escola de formação executiva do ISCTE, e Bruno Pereira, diretor de Atração, Gestão de Talento e Human Resources Business Partner do Bankinter Portugal, assinaram um protocolo de colaboração, que cria condições específicas de acesso aos colaboradores do banco.
Estados Unidos da América dominam o mercado mundial de MBA, que inventaram, mas a Europa é a segunda grande potência. Sozinho, o Reino Unido pesa quase tanto como Índia e China juntas. José Esteves, dean da Porto Business School, chama, no entanto, a atenção para a concorrência global, “cada vez mais intensa”.
Formação é acreditada pela Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT) e destina-se executivos e quadros das empresas. Tem data marcada para 19 de junho na nova Cidade do Rock, no Parque Tejo-Lisboa.
A Porto Business School vai realizar em maio uma formação em Pricing Strategies para gestores e executivos. O responsável é o especialista em marketing estratégico e gestão de receitas, antigo diretor comercial da SATA, Gavin Eccles, que explica ao JE como as grandes marcas ganharam com a inflação e reagem agora à desaceleração.
Segundo a escola de negócios, esta parceria visa preencher a lacuna entre o conhecimento académico e os requisitos da indústria, mas também abre portas para os alunos a uma comunidade global de profissionais e especialistas.
O CEO do ISEG Executive Education, Francisco Velez Roxo, aposta numa visão partilhada entre escolas, temas e competências e no maior envolvimento universidade-empresa. Nesta entrevista ao JE diz querer trabalhar com as faculdades da Universidade de Lisboa, na qual se integra o ISEG, para melhorar a oferta conjunta de programas e projetos que contribuam para desenvolver a formação executiva e a economia portuguesa no contexto internacional.
Academia destina-se a jovens finalistas e recém-diplomados de disciplinas STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) e arranca com programa de formação na área da Inteligência Artificial.
"A ideia é utilizar os princípios de ciência que são por detrás do Lego, muito ligados à criatividade - somos muito criativos quando estamos num contexto mais descontraído - e aplicá-los à resolução de problemas de negócios", explica Paulo Malta, 'managing partner' da Innovsky, ao Jornal Económico.
Toda a remuneração variável acumulada até a conclusão da aquisição do Crédit Suisse pelo UBS será cancelada ou reduzida para os três níveis superiores de gestão da banco, decidiu o governo suíço.
Estudo da consultora revela que as medidas tradicionais de cortes de custos já não são suficientes. A estratégia deve ter em conta o crescimento, a sustentabilidade e a inovação das empresas.