A bolsa portuguesa abriu a sessão desta segunda-feira em terreno positivo, em linha com as congéneres europeias, animada pelos ganhos da Ibersol e da EDP e EDP Renováveis.
As novas ações negociáveis são fungíveis com as outras ações da EDPR e conferem aos seus titulares, a partir de hoje, os mesmos direitos que as outras ações existentes antes do aumento de capital.
A motivar o verde da praça lisboeta estão essencialmente os peso-pesados Jerónimo Martins, que sobe 2,92% para 23,24 pontos, e o BCP, que avança 1,17% para 0,2080 euros.
A empresa, que gere ainda as bolsas de Paris, Bruxelas e Amesterdão, entre outras, registou um EBITDA (resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) de 218,5 milhões de euros, o correspondente a uma diminuição de 13,3%.
A economia sustentável está em crescendo e atrai cada vez mais os mercados, de acordo com a presidente executiva da Euronext Lisbon, que esteve à conversa com o Jornal Económico.
A Euronext, a principal infraestrutura de mercado pan-europeu, anunciou hoje os volumes de negociação para março de 2023. Atingiu o terceiro maior valor de ações negociado na história a 17 de Março com 27,6 mil milhões de euros negociados, na sequência de um aumento da volatilidade.
O WTC Lisboa junta-se à Elite na sua jornada de apoio ao crescimento e globalização de PME, com o patrocínio do BBVA e o apoio da Associação das Empresas Familiares
O verde pinta esta manhã as praças bolsistas europeias, depois das perdas dos últimos dias causadas pela agitação no sector bancário. Lisboa acompanha tendência registada no Velho Continente.
Peso do retalho no Euronext triplicou em comparação com os 5% de 2020, reforçando uma tendência que tem vindo a registar-se por toda a Europa e Estados Unidos.
A CMVM diz que esta decisão sobre a exclusão voluntária das ações da Copam – Companhia Portuguesa de Amidos, S.A., do mercado de negociação multilateral Euronext Access, implica "a imediata exclusão da negociação (..) em sistema de negociação multilateral das ações da sociedade e dos valores mobiliários que dão direito à sua subscrição ou aquisição".
A Doutor Finanças é uma das empresas portuguesas que se destacou no último 'fintech report'. Foi uma das empresas que participou num programa para tecnológicas que admitem a entrada em Bolsa. Em entrevista à jornalista Mariana Bandeira nesta "Fast Talk" da JE TV, Rui Bairrada, CEO da Doutor Finanças, não exclui essa possibilidade.