Num ano marcado por uma "performance robusta", a companhia vai aumentar a remuneração aos acionistas, propondo a subida do dividendo em 10% para 70 cêntimos. E anunciou a compra de ativos eólicos em Espanha.
Um novo estudo sugere que pintar pás de turbinas com cores “de aviso”, à semelhança de animais venenosos, pode reduzir colisões fatais — um problema também relevante em Portugal.
Financiamento foi estruturado em colaboração com um grupo de instituições financeiras líderes composto pelo UniCredit Bank, Erste Group Bank, Raiffeisen Bank, Société Générale, BRD (Groupe Société Générale) e Siemens Bank.
Solução da Minsait combina radar 3D, câmaras inteligentes e inteligência artificial para conciliar produção de energia renovável com proteção da biodiversidade
Ministro luxemburguês da Energia vem a Lisboa em fevereiro para discutir financiamento. Ministra do Ambiente vai também perguntar em Bruxelas por apoios à eólica offshore, depois de projetos em França terem sido selecionados. O objetivo é obter financiamento para não sobrecarregar as tarifas de eletricidade.
Companhia decide até ao final deste ano se vai avançar ou não com duas centrais eólicas em região onde as comunidades Wayuu têm contestado vários projetos e onde duas empresas já suspenderam projetos. Empresa portuguesa diz que tem dialogado com comunidades locais para "aferir as medidas de compensação necessárias e procurar soluções com base no diálogo".
Embaixador sul-coreano em Portugal, Cho Yeongmoo, revelou os planos de expansão das instalações da empresa CS Wind, fabricante de eólicas em Aveiro, o que vai permitir um maior investimento na região e ainda aumentar os postos de trabalho.
Licenciamento mais rápido, formação de pessoal especializado, fortalecer a cadeia de abastecimento, não deixar a China de fora. Estes são alguns dos desafios para o sector das renováveis em Portugal e na Europa nos próximos anos, destacou o CEO da Global Wind Energy Council em entrevista ao JE.
O hidrogénio verde e os combustíveis sintéticos de origem não biológica assumem-se, cada vez mais, como alternativas, sobretudo em setores como o transporte marítimo e aéreo e a indústria, que não podem ser diretamente eletrificados.