Atualmente, um novo projeto europeu está em desenvolvimento, ampliando ainda mais o impacto da colaboração entre o LNEG e a ESEIA no futuro energético da Europa.
A Bain & Company diz que "os investimentos em energia limpa atingiram níveis recorde no ano passado, mas os líderes das empresas responsáveis pela transição tornaram-se menos otimistas sobre quando o mundo alcançará a neutralidade carbónica".
Os novos acordos incluem um acordo de compra de energia (PPA) para Portugal, que vai ter origem no complexo eólico do Tâmega, e vai contar com 219MW, tornando-se o maior parque eólico em Portugal. A sua construção está prevista para este ano.
Em conjunto, estas instalações, localizadas em Tremês, Alhais e Elvas, irão produzir aproximadamente 40 GWh de energia limpa por ano, indica a empresa de energia solar.
A Greenvolt Comunidades, empresa do Grupo Greenvolt especializada em soluções de autoconsumo coletivo, celebrou um acordo que permite à Sociedade Ponto Verde ser membro-consumidor de uma das suas Comunidades de Energia e, assim, ter acesso a energia limpa e mais acessível.
À semelhança dos painéis fotovoltaicos da empresa, que são colocados nas casas dos portugueses num modelo de negócio “Netflix” (por assinatura), também os carregadores seguem esta lógica e não envolvem um investimento inicial.
O anúncio é de Viriato Cassamá, antigo ministro do Ambiente e da Biodiversidade, atualmente conselheiro do Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, para os assuntos climáticos e ambientais.