Em Portugal, a produção solar atingiu um novo recorde histórico, com 26 GWh gerados no dia 24 de maio. A produção eólica também apresentou um incremento, embora de apenas 1%.
“Moçambique está comprometido com a expansão de energias renováveis como parte da sua estratégia energética de longo prazo, esperando-se que a energia solar e eólica represente 20% da matriz elétrica do país até 2040, marcando um avanço significativo em direção a uma matriz energética mais limpa e mais sustentável”, disse o chefe de Estado, abertura da conferência dos 50 anos da Hidroelétrica de Cahora Bassa, em Maputo.
Para a podermos utilizar existem custos de transformação e distribuição que têm de ser pagos por todos os consumidores. Ou seja, a energia elétrica renovável nunca poderá custar zero.
A produção de energia elétrica recorrendo a fonte térmica atingiu os 55,2%, no primeiro trimestre, uma quebra face aos 64,4% do ano anterior, enquanto que a produção de energia elétrica a partir de renováveis ficou em 44,8%, uma melhoria face aos 35,6% do ano anterior.
O aumento de produção na China em 2023 superou os avanços feitos no ano anterior em todos os outros países. Com isto gerou-se um excesso de oferta, que gerou uma queda de 50% nos preços praticados.
Investigadores do CIU3A, que junta as universidades de Sevilha, Évora e Algarve, apresentam projeto que estimam possa ser incorporado na rede elétrica dentro de uma década, num investimento de 500 milhões de euros.
As redes de distribuição de eletricidade assumem um papel de facilitador e acelerador da transição energética, sendo fundamental a aposta na sua modernização para a Europa atingir a neutralidade climática em 2050.