As sondagens apontam que as próximas legislativas francesas vão ser eleições de extremos, com dois terços dos eleitores a indicar opção pelas forças mais polarizadas, mais ainda se considerarmos os grupos mais radicais, que subsistem nas margens do espectro político. A maior probabilidade é que resulte numa coabitação de forças desalinhadas entre a presidência e o parlamento. E que este seja já o início de uma longa campaha eleitoral para as presidenciais de 2027.