A ideia é que Emmanuel Macron ainda consiga ser responsável pela nomeação, em conjunto com o chanceler alemão, antes das eleições presidenciais francesas em abril de 2027.
O responsável sublinhou a importância de fazer baixar os níveis da dívida entre os países europeus no próximo ano, de forma a evitar uma contração das economias.
Cortejada pela maioria dos franceses, a Nova Frente Popular ganhou as eleições em França – mas o país afundou-se num contexto em que aparentemente ninguém perdeu (a não ser os técnicos de sondagens), mas também ninguém ganhou. Veja a análise do embaixador Francisco Seixas da Costa.
Com a França a caminhar para eleições, todos os cenários apontam para a vitória da extrema-direita – que sairá a sair de um previsível aumento da abstenção: centro e esquerda não conseguiram convencer-se de que podem confiar uns nos outros e esse foi o primeiro passo para deixar muito eleitores em casa. Veja a análise de Francisco Seixas da Costa.
O índice francês CAC valorizava 1,3% a meio da manhã depois de ter subido 2,6% no arranque da sessão desta segunda-feira à boleia dos resultados da primeira volta das eleições em França.
O banco refere que a expectativa do mercado para as eleições em França é de que os centristas vão conseguir encontrar um caminho para a vitória ou então chegar-se a um impasse. Mas, avisa o Citigroup, os investidores não estão a descontar um cenário de maioria da extrema-direita ou da extrema esquerda.
Os problemas caseiros de Macron fazem parte da guerrilha aberta pelas eleições na União Europeia. Convém recordar que Viktor Orbán é o próximo presidente do Conselho da União.