“Este prémio representa, acima de tudo, a profunda solidariedade dos povos da Europa para com o povo venezuelano e a sua luta para recuperar a democracia”, afirmou o opositor político ao Presidente Nicolás Maduro, de 75 anos, que vive exilado em Espanha desde 08 de setembro, numa mensagem publicada na rede social X.
Nas galerias da Assembleia da República, a convite da Iniciativa Liberal, estava o opositor venezuelano Antonio Ledezma e outros membros da campanha de Edmundo González e representantes da comunidade venezuelana em Portugal, que foram aplaudidos de pé pelas bancadas da direita.
“São duas personagens distintas. [Juan] Guaidó (ex-presidente interino da Venezuela) teve uma designação da Assembleia Nacional, eu tive o apoio de 8 milhões de venezuelanos. (...) Vou tomar posse a 10 de janeiro como Presidente da Venezuela”, disse, depois de questionado sobre quantos políticos seriam necessários para derrubar Nicolas Maduro, numa breve conferência de conferência de imprensa no Fórum La Toja, na Galiza, Espanha.
Edmundo González deixou o país e, segundo o ministro dos Negócios Estrangeiros de Espanha, José Manuel Albares, pediu asilo político. “Enquanto Maduro pagar aos militares, não terá problemas internos”, diz Seixas da Costa.
Edmundo González Urrutia ficou muito admirado quando, tendo sido solicitado para assinar um documento a entregar ao Conselho Nacional Eleitoral, descobriu que dele constava o seu nome como candidato da Plataforma Unitária Democrática (de oposição) às presidenciais da Venezuela. Mais admirado terá ficado quando percebeu que pelo menos 60% da população com direito a voto […]