Os dados do Eurostat indicam recuos do sector dos serviços na zona euro, em agosto. O novo corte na produção de petróleo contribuiu para o sentimento negativo, ainda que tenha gerado ganhos nas energéticas.
É evidente que o progresso na vertente climática passa por uma maior cooperação entre países desenvolvidos e subdesenvolvidos. O recente acordo sobre “perdas e danos” foi certamente um passo na direção certa, mas o caminho a percorrer ainda será longo.