Queremos uma economia competitiva – mas que respeite os direitos e liberdades de todos. Não somos o faroeste, nem queremos ser. Mas também não somos um museu de ideias velhas.
Não defendo um Estado reduzido aos mínimos ou que os impostos deviam estar nos 5% ou 10%. Isso significaria abdicar do Estado Social e caminhar para um abismo social.
Neste Natal, o presente para os portugueses deveria incluir medidas orçamentais que consigam contemplar uma economia mais robusta, competitiva e preparada para o futuro, capaz de acomodar um verdadeiro crescimento.
É urgente executar uma reestruturação de políticas, ignorando diferenças ideológicas e partidárias, e retomar temas como a reforma do sistema eleitoral e a redução do peso do Estado na economia.