A Quetzal lançou uma nova edição de “Os Maias”. O fino humor e ironia de Eça de Queirós continuam intactos, a novidade está na componente tecnológica. Objetivo? Aproximar a obra dos leitores do século XXI.
PS viu na mensagem de Marcelo uma recusa da "visão dourada que o Governo procura vender" e do "logro que constitui os que se apresentam como salvadores de ocasião". PSD e CDS elogiaram o Presidente da República, classificando-o como um "farol de responsabilidade e tranquilidade" ao longo da última década. Já André Ventura assinalou que os "portugueses não precisam de um Presidente que faça diagnósticos" mas que "aja" e chame à atenção dos envolvidos nas tais "trapalhadas" que citou.
Trinta bailarinos da Companhia Nacional de Dança dão vida a uma das mais emblemáticas obras queirosianas. A herança literária inspira, a dança transforma. Uma estreia absoluta sobe ao palco do Teatro Camões.
É certo que as humanidades vivem, desde há muito, uma crise, mas, ironicamente, é com um pouco da medida das ciências que facilmente se constata que a causa da sua crise tem pouco ou nada de geracional. Na verdade, as novas gerações estão a dar o corpo e o espírito às mais extraordinárias transições culturais, apesar dos riscos existenciais que as gerações mais velhas as têm exposto.
A sugestão de leitura desta semana da livraria Palavra de Viajante traz-nos uma pérola da literatura de viagens portuguesa há muito desaparecida das livrarias, cortesia da editora Quetzal.