Entra hoje em funções o novo Conselho de Administração da Docapesca – Portos e Lotas composto por Afonso Oliveira, presidente, Isabel Esteves e Márcia Passos, vogais.
Segundo a Docapesca, "o aumento do preço foi transversal a todos os segmentos da frota de pesca, com destaque para as embarcações de arrasto, que registaram um incremento de 18,4%. As embarcações polivalentes e do cerco também acompanharam esta tendência, com subidas de 4,5% e 3,1%, respetivamente".
Protocolo com a Asociación de Empresarios Mayoristas de Pescados de Madrid (AEMPM) surge na sequência da visita de uma comitiva espanhola a Portugal, organizada pela AICEP durante a Expo Fish Portugal, que ocorreu em dezembro passado.
Esta certificação representa uma renovação para as lotas de Viana do Castelo, Póvoa de Varzim, Aveiro, Figueira da Foz, Nazaré, Peniche, Sesimbra, Setúbal, Sagres, Rio Arade, Quarteira, Olhão e Vila Real de Santo António e um alargamento para as lotas de Cascais e Fuseta.
A ronda negocial final ocorreu nesta terça-feira, 17 de dezembro, entre a Docapesca, empresa tutelada pelo Ministério da Agricultura e Pescas e pelo Ministério das Finanças, e os sindicatos SIMAMEVIP (CGTP) e SINDEPESCAS (UGT).
“No ano de 2023, o investimento concretizado pela Docapesca atingiu o recorde anual absoluto de 11,2 milhões de euros, o que representou um aumento de mais de 45% face ao ano anterior”, adiantou a empresa, em resposta à Lusa.
A Docapesca vai investir 1,3 milhões de euros na construção de um pavilhão industrial na Figueira da Foz, distrito de Coimbra, para apoio ao tratamento, conservação e congelação de pescado.