Daqui das Áfricas aguardamos com ansiedade a esplêndida revolução de lideranças quase sem mulheres à mesa, com 'drill, baby drill' e tarifas como palavra de ordem para a transição energética.
Importa combater estereótipos e preconceitos que influenciam a percepção pública face a este tema. Para isto, certos agentes públicos são críticos, da saúde à segurança e à educação e, por isso, devem ser formados para a diversidade cultural.
Pode o país ignorar que a diversidade da origem da nossa população, nomeadamente dos jovens, deve merecer uma actuação no sentido de todos partilharmos os mesmos valores fundamentais?