Opinião Diácono Remédios existe e quer lutar pelas “mulheres de bem” Só uma resposta cabal e inequívoca é que pode suster uma eventual viagem ao tempo em que o fascismo representava a mulher como reprodutora, dona de casa e sem voz própria. Sónia de Sá, Professora, Universidade Autónoma de Lisboa e Universidade da Beira Interior | 14 Mai