Mesmo que a Alemanha venha a ter um governo operacional, teremos dificuldades na UE porque não haverá o tradicional motor europeu Alemanha/França, devido ao impasse político francês.
A China domina a transformação in loco de matérias-primas orientadas para o sector automóvel em países como a Indonésia, República Democrática do Congo, através de empresas de capital misto, a que o Ocidente não foi muito sensível em investir.
Entre 2019 e 2023, a força laboral dos Estados-membros da UE no sector industrial caiu em 853 mil postos de trabalho, o que corresponde a um recuo de 2,6%. Em Portugal, perderam-se 18 mil.
Tememos, face ao que se passou nas recentes eleições nacionais, em que se falou de tudo menos dos problemas reais do País, que o mesmo venha a acontecer nas eleições para a UE.