A falta de empatia, a construção de câmaras de eco/bolhas e a negligência de perspetivas diversas contribuem para uma sociedade cada vez mais fragmentada e polarizada.
Parece uma daquelas “promessas” que se fazem aos miúdos quando os ânimos estão mais exaltados. Não é o caso, mas envolve vontades, desejos e sonhos, e pessoas que são recrutadas para os concretizar. Futurismo? Não. É ficção com sabor a realidade. No Teatro do Bairro Alto de 27 a 30 de outubro.