Em muitas noites, os foguetes ressoam pelas várias freguesias da ilha. Dizem-me que não há ilha com tantas festas como a Terceira, ilha-portal para um mundo ainda em afinidade com os ritmos da natureza.
Na última década, assistimos a um lento desmantelar, a uma destruição gradual, sem qualquer cuidado pela preservação da memória e identidade de Lisboa. Não é nostalgia, é frustração.