Em Lisboa, apenas o BCP conseguiu destacar-se pela positiva, com um ganho de 0,47% (1,0780 euros), perante outras cotadas a apresentarem um desempenho negativo.
Além da EDP e da EDP Renováveis, que terminaram a negociação com valorizações de 1,91% e 1,51%, respetivamente, apresentaram igualmente um desempenho positivo a Ibersol (+1,31%), o BCP (+0,69%), a Jerónimo Martins (+0,93%), a Galp (+0,71%) e a REN (+0,53%).
No que diz respeito às congéneres europeias, o alemão DAX somou 1,08%, o espanhol IBEX 35 ganhou 1,34%, o francês CAC 40 valorizou 0,67% e o britânico FTSE 100 avançou 1,16%.
A vertente internacional das empresas que compõem o DAX tem permitido ao índice alemão 'desligar-se' daquilo que vai acontecendo com a economia do país. A política monetária e os múltiplos muito mais baixos apresentados pela bolsa da Alemanha face aos norte-americanos são outros fatores que explicam a sua boa performance, face à economia alemã, referem os especialistas consultados pelo JE.
As principais bolsas europeias seguem todas em baixa, com o alemão DAX a liderar as perdas depois de Friedrich Merz ter falhado em conseguir maioria no parlamento para ser eleito chanceler.
No espaço de um mês entre o Liberation Day de 2 de abril e o dia de hoje a maioria dos principais índices europeus e norte-americanos ainda estão no vermelho. Contudo as bolsas da Alemanha, Espanha e o Nasdaq já voltaram ao verde. Mas se levarmos em consideração o início do ano os mercados norte-americanos estão ainda com perdas ao contrário dos principais índices europeus.
As principais bolsas europeias registaram descidas significativas na primeira sessão da semana, castigadas pela tecnologia e pela instabilidade política que se vive na Alemanha, após as eleições. Esta terça-feira há declarações de Lagarde e dados do emprego nos EUA.
O principal índice alemão (DAX) tem registado uma valorização superior a 13% desde o início do ano, mesmo com eleições já marcadas para 23 de fevereiro.
Os índices bolsistas da Alemanha (DAX) e Estados Unidos (S&P 500, Dow Jones e Nasdaq) têm apresentado uma grande correlação, de acordo com os dados fornecidos pela XTB ao JE. Perspetivas futuras sobre a direção em que vão rumar estes índices bolsistas apresentam "grande incerteza" salienta a corretora.
Os principais índices acionistas ultrapassaram, ou pelo menos mantiveram, máximos no mês de março. Mas o bom desempenho apenas irá continuar se os bancos centrais não desiludirem o mercado, afirma a Allianz Global Investors.
Conclusão é de um inquérito do Bank of America e mostra que apesar da economia alemã estar num mau momento, a bolsa germânica contraria esse comportamento.
A Mota-Engil e o BCP protagonizam a sessão desta quinta-feira ao valorizarem 2,45% (4,635 euros) e 2,15% (0,2897 euros), com os CTT e a Corticeira Amorim, que avançam 0,69% (3,64 euros) e 0,22% (9,10 euros), a encerraram o lote de cotadas no 'verde'.
Em contracorrente esteve o BCP, que às 16:35 ganhava 1,52% para 0,2667 euros, a refletir o anúncio da emissão de dívida sénior de 500 milhões de euros a três anos, com maturidade em 2 de outubro, com possibilidade de reembolso ao fim de dois anos.
Em Portugal, destaque para os números de maio dos índices de volume de negócios, emprego, remunerações e horas trabalhadas nos serviços relativos (Instituto Nacional de Estatística), e, ainda, para as estatísticas das empresas da central de balanços referentes ao primeiro trimestre (Banco de Portugal).