A temporada 2026/2027 tem um sabor especial para a Companhia Nacional de Bailado. Celebra 50 anos. Sem nostalgia e a apontar a um futuro “que se quer aberto, plural e surpreendente.”
Mais de cem projetos artísticos vão promover a internacionalização da arte portuguesa em 58 países, com um apoio de 1,035 milhões de euros da Direção-Geral das Artes (DGArtes), tendo ficado 41 de fora por se terem esgotado as verbas.
O Teatro Nacional de São João, no Porto, traz 15 estreias absolutas, seis produções próprias, 18 coproduções e oito espetáculos internacionais na temporada que vai de setembro 2026 a julho de 2027, anunciou hoje a direção artística.
Mais de uma centena de espetáculos, muita música – eclética, como se quer – e diversos projetos nas áreas do pensamento e da literatura. Para “desafiar convenções e cruzar fronteiras artísticas, diz Miguel Loureiro, diretor artístico do São Luiz.
O Desassossego de Pessoa deixará lastro na nova temporada 2026-27 da CNB. A começar pela estreia absoluta de duas criações de Daniel Cardoso e Marcelino Sambé. E muito mais para "celebrar o extraordinário" de 50 anos de Companhia.
Mantendo a sua vocação de proximidade e celebração coletiva, o Festival regressa num novo cenário, a Praça do Centro Cultural de Belém. Durante três semanas, as artes performativas vão brilhar nas noites da capital. Sempre com entrada gratuita.
A sorte fez-se rara duas vezes, pois quem nos levou ao espectáculo foi Thilagavathi Palani, a primeira mulher a pontuar neste teatro tradicionalmente masculino. Ela encarna todo o espírito do Kattaikkuttu, clássico ao avesso, a revirar as convenções.
A Companhia Nacional de Bailado estreia, em Portugal, duas coreografias, no âmbito do Ciclo Grandes Mestres. “Symphony in C” e “Sleight of Hand” sobem ao palco do Teatro Camões de 12 a 22 de fevereiro.
Chama-se ProArtes e é o novo portal lançado pela Artemrede para profissionais de teatro, dança e música. O registo é gratuito e o principal objetivo é agilizar a ligação entre artistas e programadores.
O Festival TODOS – Caminhada de Culturas regressa a Arroios, de 12 a 14 de setembro, para a 17.ª edição. O tema deste ano é “Lado a Lado”, para valorizar a importância da escuta e da construção de proximidade.
A Bienal de Artes Contemporâneas, ou BoCA –num acrónimo que remete para o órgão da fala, aquele que veicula pensamentos – dá voz a emoções, traduz ou falsifica a realidade. Altifalante das perceções amiúde distorcidas e que importa confrontar neste “Camino Irreal”, título desta inédita edição da bienal, partilhada entre Lisboa e Madrid, de 10 de setembro a 26 de outubro.
Alguns destaques na programação do CCB - Centro Cultural de Belém para o último quadrimestre de 2025, que traz na bagagem música clássica e contemporânea, experimentações e muitas dúvidas para partilhar em oficinas, teatro e dança para agitar mentes e corações.
Novembro está mais perto do que parece. A contagem decrescente para o Alkantara Festival, que regressa a Lisboa de 14 a 23 de novembro,está em curso. Dorothée Munyaneza, Vânia Doutel Vaz, Chiara Bersani e María del Mar Suárez são alguns dos nomes já confirmados.
Teatro culinário, dança com palavras de Samuel Beckett e sonoridades by Hermeto Pascoal, com sol dentro e muito ritmo, são algumas das propostas no cardápio do Teatro Viriato, em Viseu, para os meses da 'rentrée'.
Entre regressos e estreias absolutas, a temporada 2025-26 da Companhia Nacional de Dança equilibra a experimentação e a novidade com revisitações do seu valioso património. Do Teatro Camões para o país.
70 anos de vida, 50 de carreira, 30 da companhia de dança em nome próprio. Olga Roriz, coreógrafa, bailarina, mulher vulcão que faz da ‘lava interior’ a sua matéria-prima, deixa-nos entrever o seu novo solo.
O município do Funchal salientou que o Estúdio de Criação Artística recebeu, nos últimos dois anos, 32 projetos e mais de 100 artistas, com um investimento superior a 70 mil euros.
No Alkantara Festival não se gritam alertas, pinta-se o mundo como aquilo que é, uma obra coletiva ora dolorosa, ora otimista, injusta e catártica, contraditória, violenta, paradoxal. Mas sem abdicar da esperança. De 15 de novembro a 1 de dezembro, o Alkantara agita Lisboa.
A programação da sala bracarense arranca em setembro com a celebração da nova música e expressões artísticas afrodescendentes e lusófonas. Mas não só. Até final do ano, concertos, workshops, teatro, dança, conversas e muito mais vão agitar a cidade.
Da luta do povo palestiniano aos corpos negros, passando pela desconstrução de normas, se faz a edição deste ano do Alkantara Festival. As primeiras confirmações estão aí: Carolina Bianchi, Francisco Thiago Cavalcanti, Mamela Nyamza e Basel Zaraa.
Setembro é aquele mês que anuncia as tonalidades do outono e as novas temporadas das diversas estruturas culturais. O Teatro São Luiz, em Lisboa, não foge à regra e arranca no dia 2 de setembro com um concerto absolutamente ‘desconcertante’.