Face ao mês anterior verificou-se uma descida de 0,7 pontos percentuais, enquanto os preços dos materiais apresentaram uma variação negativa de -2,2% (-1,7% no mês anterior).
A subida confere uma aproximação dos máximos históricos alcançados no ano passado. Por outro lado, Portugal está entre os Estados-membros que mais fugiram à tendência geral de aumentos.
António Carlos Rodrigues defende, em declarações ao Jornal Económico, que “até houve alguma” descida dos custos de materiais no primeiro semestre, mas que o valor final acabou por não baixar devido à escassez de mão-de-obra.