No mês em análise, os preços dos materiais aumentaram 6,5%, contra 6,4% em maio, e os custos com mão-de-obra subiram 8,0%, mais 0,4 pontos percentuais do que no mês anterior.
Em relação ao mês anterior verificou-se uma ligeira subida de 0,1% pontos percentuais, sendo que o preço dos materiais apresentou uma variação homóloga negativa de -0,7%, enquanto o custo da mão de obra aumentou 6,0%.
Empresa Cânhamor especializada nos sectores da construção e agricultura revela também no seu estudo que em comparação com uma construção convencional, a utilização dos ECOblocos prevê uma redução dos custos que pode chegar aos 35% na construção de paredes internas.
Até julho deste ano, a promoção de concursos de obras públicas atingiu os 3,7 mil milhões de euros, num aumento de 72% face aos 2,14 mil milhões de julho de 2022. Já os contratos celebrados alcançaram os 1,26 mil milhões, mais 32% face ao período homólogo. O diferencial de 40% entre os anúncios e o que arranca no terreno que soma 2,4 mil milhões de euros.
Dados do INE revelaram um aumento homólogo acima de 20% no primeiro semestre, mas Luís Fernandes, acredita que os preços do cimento só vão continuar a subir caso aconteça "algo imprevisível". Guerra na Ucrânia obrigou a Cimpor a mais que duplicar os preços dos combustíveis e a mais que triplicar os da energia.