cuidados continuados

Associação avisa que novo aviso do PRR para cuidados continuados ficará deserto

Numa nota enviada à Lusa, a Associação Nacional de Cuidados Continuados - referindo-se ao aviso lançado a 28 de novembro “numa tentativa desesperada de gastar as verbas do PRR” – lembrou que este aviso permite às entidades candidatarem-se a pequenas obras e compras de equipamentos e diz que não houve qualquer candidatura, nem haverá, porque ninguém quer ficar 20 anos preso à Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) “a troco de migalhas”.
Associação avisa que novo aviso do PRR para cuidados continuados ficará deserto

Manuel Lemos: “De cada vez que o Estado nos aumenta a despesa tem de nos aumentar a comparticipação”

Ao Jornal Económico, o Presidente da União das Misericórdias Portuguesas avalia em dois dígitos o aumento que o Estado tem fazer nas comparticipações às instituições para cobrir a subida do salário mínimo. Diz-nos que em 2024, cada trabalhador vai custar, pelo menos, mais 85 euros mensais. E alerta: "Não se pode somente aumentar o salário mínimo, porque senão estamos a aumentar o número de pessoas que auferem o mínimo".
Almerinda Romeira30 Out
Manuel Lemos: “De cada vez que o Estado nos aumenta a despesa tem de nos aumentar a comparticipação”

Unidades de média duração são as que têm mais prejuizo nos cuidados continuados

Um estudo da Faculdade de Economia do Porto, a que a Lusa teve acesso, concluiu que tanto as Unidades de Convalescença (UC, internamentos até 30 dias), como as Unidades de Média Duração e reabilitação (UMDR, entre 30 e 90 dias) e as Unidades de Longa Duração e Manutenção (ULDM, internamentos superiores a 90 dias) estão subfinanciadas, mas as que mais prejuízo têm são as UMDR.
Unidades de média duração são as que têm mais prejuizo nos cuidados continuados