Na sequência do acordo alcançado com a Sociedade Francisco Manuel dos Santos para a aquisição da miMed, a rede de 13 clínicas localizadas na região da Grande Lisboa vão estar disponíveis com a marca CUF no primeiro trimestre de 2025.
A CUF avança que os custos totais relativos à emissão/ofertas e admissão à negociação, incluindo, nomeadamente, com a CMVM, a Interbolsa, a Euronext e os assessores envolvidos nesse processo, estimam-se em cerca de 312 mil euros.
A dona do hospital CUF justifica as operações com a estratégia financeira de foco na redução de risco de refinanciamento, e com vista a tirar partido das condições atuais de mercado para alargar a maturidade média da sua dívida. Banco Invest, Caixa BI e Haitong Bank atuam como Coordenadores Globais nestas operações.
A CUF pagou 1,53 milhões de euros em comissões de coordenação e montagem da emissão de obrigações de 60 milhões. O que acrescido dos custos com consultores, auditores e publicidade, no montante agregado de 587 mil euros, e do valor dos custos com a CMVM, a Interbolsa e a Euronext de 46 mil euros, eleva os custos da emissão para 2,16 milhões.
A agência de rating EthiFinance considera que a CUF tem capacidade para "cumprir os seus compromissos no curto prazo" devido à "boa almofada de liquidez", sustentando o "bom perfil de refinanciamento".