A falta de empatia, a construção de câmaras de eco/bolhas e a negligência de perspetivas diversas contribuem para uma sociedade cada vez mais fragmentada e polarizada.
A abertura de espírito é uma virtude rara que deve ser cultivada. Começando em nós mesmos e nas nossas instituições. Não basta constatar que os outros parecem não querer ouvir. É também preciso escutar quem normalmente não é ouvido.
Ver o mundo pelos olhos de um Yanomami, na medida em que tal seja possível a quem, como nós, habita um sistema de crenças completamente diferente, implica encontrar a preocupação ecológica por uma via ontológica.