O principal índice da praça lisboeta recua sobretudo devido às quedas da Galp Energia, cujas ações desvalorizam 1,05% para os 17,01 euros, e da Jerónimo Martins, que lidera as perdas do PSI.
A empresa portuguesa – que este ano se dividiu em duas marcas: a Glintt Life (tecnologia de saúde) e a Glintt Next (consultoria) – reportou um volume de negócios consolidado de 61,1 milhões de euros até junho.
A bolsa de Lisboa ainda começou a terça-feira na linha d'água com uma subida tímida, mas encerrou no encarnado. Em destaque na agenda do investidor de hoje, e que poderá influenciar os mercados do outro lado do Atlântico, estão as contas da tecnológica Micron.
Os investidores reagem à publicação do "Livro Bege" da Reserva Federal norte-americana, que menciona esta quarta-feira que a economia dos Estados Unidos cresceu de forma modesta nas últimas semanas. Os três principais índices de Nova Iorque encerram no encarnado.
A Glintt distribui esta terça-feira dividendos brutos de 0,0172 euros relativos à atividade do ano passado. É a primeira vez que os acionistas da cotada têm direito ao pagamento. No final do ano passado, a Glintt viu o lucro duplicar para os 3,2 milhões de euros.