Cobrar mais impostos, como o IRS, aos 54% de agregados familiares que o suportam – e recordo que perto de 2,4 milhões dos contribuintes não pagam IRS – é uma má medida.
A atual política financeira vai confirmando uma cada vez maior carga fiscal, com excedente orçamental, que penaliza o poder de compra e não contribui para a valorização salarial.