"Fragmentos de um dos drones caíram no parque industrial de Salavata, provocando um incêndio", divulgou nas redes sociais o governador da Bashkiria, Radi Khabirov.
“Eu creio que aquilo que se está a perspetivar é uma solução que foi bem pensada”, disse Luís Montenegro, à entrada para uma reunião informal do Conselho Europeu, em Copenhaga, capital da Dinamarca.
“Posso confirmar que tivemos um incidente por volta das 20:15 [19:15 em Lisboa] que durou várias horas. Um ou dois drones foram observados no exterior e acima da base aérea” de Karup, disse um porta-voz da polícia.
Numa intervenção no debate geral da 80.ª sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas, que hoje prossegue em Nova Iorque, Masoud Pezeshkian falou pela primeira vez num fórum internacional desde a guerra de 12 dias entre Israel e o Irão, em junho, que resultou “no assassínio de vários dos mais altos responsáveis políticos e militares” do regime de Teerão, segundo as palavras do chefe de Estado iraniano, entre as mais de 1.000 mortes registadas.
No total, o executivo comunitário europeu já disponibilizou este ano 220 milhões de euros para o enclave palestiniano da Faixa de Gaza e para a Cisjordânia, e que desde 2023 apoiou os territórios da Palestina em mais de 550 milhões de euros, segundo um comunicado.
"Estas medidas não são contra a população israelita. O seu propósito é demonstrar que a UE não pode aceitar as ações do Governo israelita em Gaza e na Cisjordânia, que ultrapassaram em muito o direito à autodefesa", escreveu António Costa nas redes sociais.
Em declarações aos meios de comunicação, num ato que contou com a presença de Roberta Metsola, presidente do Parlamento Europeu, Volodymyr Zelensky estimou em 120.000 milhões de dólares (101.000 milhões de euros) o custo anual da guerra, metade dos quais suportados pelo orçamento ucraniano.
Através de um comunicado, a organização não-governamental (ONG) instou Israel a permitir a importação em grande escala de equipamento que permita fornecer e distribuir água e sublinhou que o exército israelita “deve parar a destruição das infraestruturas de água e permitir a reparação imediata dos sistemas de água que foram danificados”.
“Apelo para que substitua a fraqueza pela ação, o apaziguamento pela vontade, e que o faça antes de uma data clara: o novo ano judaico, 23 de setembro de 2025”, escreveu Netanyahu.
Os esforços feitos ao longo dos últimos meses pelos mediadores - Egito, Qatar e Estados Unidos - não conseguiram, até agora, alcançar um cessar-fogo duradouro para a guerra israelita que assola a Faixa de Gaza há 22 meses, e onde, segundo a Defesa Civil, mais 19 palestinianos foram hoje mortos em bombardeamentos e tiroteios israelitas.
O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, saudou a decisão como uma “clara demonstração do firme compromisso da Alemanha com a defesa da Ucrânia”, afirmando que o novo pacote ajudará o país invadido a defender-se da agressão russa.
Putin admitiu esta hipótese em declarações no Kremlin (presidência russa) após um encontro com o xeque Mohammed bin Zayed Al Nahyan, Presidente dos Emirados Árabes Unidos.
“Outrora, o centro do mundo era o Oceano Atlântico, agora, o centro do mundo já não é os Estados Unidos e a União Europeia, é o mundo – tudo o resto com que se deve construir uma relação -, e a NATO tem de mudar para se adaptar à nova realidade, ou já não tem razão para existir”, declarou o ministro italiano, à margem de uma conferência em Pádua.
O porta-voz dos serviços de emergência de Gaza, Mahmoud Bassal, disse que pelo menos 53 pessoas morreram e mais de 200 ficaram feridas, quando milhares de palestinianos se reuniram perto de um centro de ajuda humanitária gerido pela organização não-governamental (ONG) World Central Kitchen.
Segundo o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, a ofensiva, ainda em curso, já destruiu “um grande número” de lançadores de mísseis e metade dos ‘drones’ (aeronaves não-tripuladas) de Teerão.
“Um primeiro grupo de militares russos com menos de 25 anos foi repatriado do território sob o controlo do regime de Kiev. Em troca, foi transferido o mesmo número de militares do exército ucraniano”, disse o Ministério da Defesa da Rússia num comunicado.
“Nas atuais circunstâncias, não há motivos para uma retomada em grande escala do pacto Novo START”, declarou o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros Sergei Riabkov, numa entrevista à agência noticiosa estatal TASS.
A delegação será chefiada pelo ministro da Defesa, Rustem Umerov, disse Zelensky numa mensagem nas redes sociais citada pela agência norte-americana Associated Press (AP).
“O governo federal alemão sempre disse que ia apoiar a Ucrânia na área da Defesa, na sua defesa contra o agressor que é a Rússia. Houve muitas possibilidades para fazer [o Presidente russo, Vladimir] Putin regressar à mesa das negociações. Essas oportunidades foram sempre rejeitadas e o que dissemos também sempre é que isto não pode ficar sem consequências”, argumentou Waddephul.
"O secretário-geral congratula-se com a libertação de Edan Alexander, um cidadão americano-israelita que estava refém em Gaza desde 07 de outubro de 2023", indicou o porta-voz de Guterres, Stéphane Dujarric, em comunicado.