A presidente da CONFAP, Mariana Carvalho, sublinha que já pediu medidas urgentes ao Ministério da Educação e sugere agora mais tempo para que todos os alunos possam ser matriculados.
A situação ameaça piorar a partir de 16 de janeiro, segunda-feira, com oito estruturas sindicais unidas para 18 dias úteis de greve que vão percorrer o continente português, de norte a sul, distrito a distrito, até 8 de fevereiro.