A violência contra trabalhadores humanitários tem atingido níveis recorde, conforme relatado pela ONU. Urge uma ação determinada para garantir que possam continuar a realizar em segurança a sua missão.
Os trabalhadores bancários, ativos e reformados, não se conformaram e um sindicato deu voz à sua indignação e protesto cívico, e assim se encetou a negociação deste ano noutros moldes.