Mercado gera cada vez maior interesse, mas há alíneas nas contas dos clubes que começam a preocupar os investidores, tais como os crescentes custos operacionais e o aumento na folha salarial.
A indústria do futebol não vive só dos jogos. Quer-se moderna, orientada em função do adepto e suportada por múltiplos negócios, incluindo a rentabilização dos dados.
Investimento nunca visto em Portugal não foi compensado pelas vendas e a milionária Champions “é uma dança das cadeiras” em que alguém vai ficar fora. Com um mercado de receitas muito limitado, os “grandes” dão-se ao luxo de abdicar de verbas e de engrossar os passivos.
O caminho foi difícil, mas acabou com a FIFA a marcar um golaço à concorrência. Sabe-se que ainda há muito para melhorar, mas uma coisa parece certa: este Mundial de Clubes veio para ficar.
Benfica, Porto e Sporting ocupam o 1º, 3º e 5º lugar no futebol europeu ao nível dos superavits gerados pelas compras e vendas de jogadores, assinala análise da Morningstar DBRS.
Em comunicado divulgado no site oficial, a FPF refere que a medida entra em vigor já esta temporada, de 2023/24, procurando, desta forma, “incentivar e assegurar uma melhoria contínua no futebol e no futsal”.