À medida que subíamos surgiam os chalés, o célebre expresso de Darjeeling, a humidade fresca da montanha, hotéis com patine. Era uma espécie de Sintra do Raj britânico, cuja capital fora Calcutá, centenas de quilómetros a sul.
Desfeita a ilusão de que o lixo desaparece quando o deitamos fora, o que nos cabe fazer? Reduzir a sua produção. Dito de outro modo: abraçar o lixo; adotá-lo.
Cidades inteligentes, do futuro pensadas no presente e interligadas em todo o seu conjunto. A opinião das empresas no que serão as ‘smart cities’ e de como estaremos conectados.
Estamos perante uma oportunidade de fazer as coisas de uma nova maneira, criando novas práticas, empresas, coletivos ou startups que liderem a revolução com novas abordagens e sejam capazes de inspirar outros a participar.
Li um plano do município de Lisboa de 2017, de combate e adaptação às alterações climáticas, e as previsões e soluções já lá estavam todas. Então porque não foram já implementadas?
Cada vez mais temos casos nacionais e internacionais que respondem às crises que atravessamos com processos de cooperação e envolvimento dos cooperantes por meio da cocriação de soluções.
Da Colômbia à Finlândia, há governos locais cujos projetos vingaram na sequência da utilização de estratégias de ‘venture capital’ na gestão do risco e no estímulo à inovação.
Para lá dos encantos superficiais das ciclovias, dos “modos suaves de transporte” e do embaratecimento dos passes nas áreas metropolitanas, subsistem estruturas obsoletas e falta de visão sistémica para o país.
Em Portugal, arquitetos e indústria da construção têm-se mostrado relutantes em discutir pré-fabricação e sistemas modulares customizados. Importa refletir sobre o seu potencial de futuro.