A falta de pessoal continua a castigar as empresas que trabalham em ambientes tecnológicos, de tal forma que duas em cada três dizem que o investimento em tecnologia de ponta figura entre as prioridades, de acordo com as conclusões da Hiscox.
De acordo com a empresa de cibersegurança, há já um crescimento das fraudes online, roubo de credenciais e exploração de vulnerabilidades associadas a esta plataforma.
As principais previsões incluem a ascensão de alianças hacktivistas, o aumento da utilização de ferramentas alimentadas por inteligência artificial (IA) por parte de intervenientes associados ao Estado, mais ataques à cadeia de abastecimento em projetos de código aberto e um aumento no desenvolvimento de malware.
Um estudo recente da Kaspersky intitulado “Cyber defense & AI: Are you ready to protect your organization?” revela que um número significativo dos inquiridos reconhecem que há ainda muito a fazer em relação à estrutura de cibersegurança, destacando a urgência em reforçar as defesas contra as ciberameaças.
Entre janeiro e novembro de 2024, as soluções da Kaspersky bloquearam mais de 38 milhões de ataques de phishing relacionados com compras online e serviços bancários, com 44% destes ataques envolvendo serviços bancários como isco.
Uma abordagem colaborativa pode melhorar os recursos de resposta a incidentes, permitindo que as organizações coordenem os seus esforços para os conter e ultrapassar.