Num comunicado divulgado esta quinta-feira 27 de agosto, o Centro Internacional para o Desenvolvimento Integrado das Montanhas (ICIMOD, na sigla em inglês), com sede em Katmandu, indicou que as autoridades e os cientistas estão a avaliar se os detritos bloquearam temporariamente o rio num troço estreito, "formando uma barragem natural", dado que, se esta água for libertada repentinamente, poderá criar "um risco secundário".
No primeiro Equator Insights Forum realizado hoje no LNEC pela The Equator Company que reuniu responsáveis de setores críticos — energia, transportes, aeroportos e distribuição alimentar — ficou um alerta claro: Portugal não está preparado para crises sistémicas prolongadas. A solução passa por mais investimento, treino e cooperação.
A linha da frente da resiliência começa em cada entidade gestora, cada município e cada empresa, com a antecipação do diagnóstico e a identificação das suas vulnerabilidades.
O risco de inundações em Portugal não é apenas determinado pela intensidade das chuvas. Resulta também de decisões sobre a utilização do solo, superfícies impermeáveis, construções em áreas propensas a inundações e sistemas de drenagem projetados para um clima que já não existe.
A barragem de Girabolhos foi lançada por José Sócrates, mas esteve na gaveta 20 anos. Em 2016, o Governo de António Costa anuncia o cancelamento do projeto. É considerada crucial por peritos para evitar cheias no rio Mondego. Concurso vai ser novamente lançado este ano.
Projeto original data de 2007 e previa a construção de uma barragem com um custo estimado de 500/600 milhões de euros e com uma capacidade de 360 megawatts.
O planeamento de emergência no Reino Unido não está setorizado numa área governativa, é centralizado no Gabinete do primeiro-ministro, com vista a uma integração intersectorial, sendo esta matéria entendida como uma questão de soberania.
As barragens de todo o país, incluindo as do Algarve que estão sempre vazias, estão a realizar descargas. O mês de janeiro foi o segundo com maior precipitação dos últimos 25 anos.
“Existe um elevado risco de inundação, previsto a partir da meia-noite de hoje, devido a muita precipitação, acompanhada de rajadas de vento na ordem dos 80 KM/hora”, informou a vice-presidente de Pombal, Isabel Marto.
Num aviso à população emitido hoje, o Comando de Emergência e Proteção Civil de Lisboa e Vale do Tejo antecipa a manutenção da subida dos caudais no rio Tejo e afluentes, associada às condições meteorológicas.
Ulisses Correia e Silva salientou que será dada prioridade ao realojamento, entrega de cestas básicas, apoio psicológico e reconstrução de infraestruturas, em parceria com instituições internacionais.
A constituição da comissão foi aprovada por 176 deputados, incluindo os dos dois partidos que estão na coligação do Governo de Espanha: o partido Socialista (PSOE) e a a plataforma de esquerda Somar.
Nas inundações e no temporal de 29 de outubro morreram mais sete pessoas na região vizinha de Castela La Mancha e uma na Andaluzia, com o total de vítimas mortais confirmadas oficialmente a ascender agora a 231.
Os incêndios e cheias que têm fustigado Portugal desde 2010 já passaram uma fatura elevada, com as perdas económicas e as indemnizações pagas pelo setor segurador a somarem muitos milhões. O regulador garante estar “para breve” a entrega ao Governo do relatório preliminar sobre a criação de um sistema nacional de proteção de riscos de natureza catastrófica.
Na sequência das cheias que assolaram a cidade espanhola, está para "breve" uma remodelação ao nível dos governantes, informou o presidente da Comunidade Valenciana.
Em comunicado, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) adianta que a força será constituída por 101 operacionais da proteção civil, bombeiros, Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e 28 militares dos três ramos das Forças Armadas, com a partida prevista para esta segunda-feira de manhã.
Os analistas da DBRS consideram que as recentes cheias em Valência podem levar os bancos espanhóis a terem de constituir provisões mais elevadas para fazer face a perdas de crédito, podendo haver alguma deterioração da qualidade dos ativos.
Segundo um comunicado do Ministério dos Transportes e Mobilidade Sustentável, a verba permite arrancar de imediato com os trabalhos de recuperação nas vias A-7, N-330 e N-322, consideradas de importância estratégica para a rede rodoviária do Estado.